"É na escuta que o amor começa. E é na não escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. Aprendi prestando atenção".
Rubem Alves

Escola Casa da Infância

Ensino Fundamental

A Casa da Infância cresceu e agora tem a continuidade do seu projeto educativo para as crianças do Ensino Fundamental I, em uma sede pensada para crianças do segundo período da educação infantil e ensino fundamental.

 

Como uma proposta inovadora/diferenciada, as crianças aprendem em liberdade e em cooperação, sendo protagonistas do seu processo construtivo e criativo de conhecimento, numa rede de aprendizagem em que todos socializam o que sabem e mobilizam estratégias para buscar investigar aquilo que é objeto de desejo de conhecer, assim como o que é necessário – o conhecimento historicamente construído - partilhando em assembleia e nos pequenos grupos, as suas descobertas.

 

No Ensino Fundamental, as crianças têm expectativas de aprendizagem compartilhadas e vão se auto avaliando, se comprometendo com o seu processo e recebendo retroalimentação de todos para que vá mais além, produzindo saberes que tem sentido e significado para elas.

 Avaliação Pedagógica

Cada criança é única e singular e tem processos individuais. Sendo assim, explicita seus saberes de várias maneiras. No entanto, o maior desafio da Escola é escolher os instrumentos mais adequados, que possibilite aos estudantes demonstrarem as suas habilidades, conhecimentos e compreensões.

 

Acreditando que a avaliação é um processo vivo, plural e interativo, a CASA utiliza instrumentos que possibilitam abarcar todo o processo de construção do conhecimento, favorecendo à criança uma reflexão e autorregulação do seu aprendizado.

A Escola tem uma proposta pedagógica embasada no Marco do Ensinar Para Compreensão e, como não poderia deixar de ser, a avaliação acompanha essa mesma linha. Acredita-se que uma avaliação diagnóstica e contínua é um processo que não está apenas baseado em “erros” e “acertos”, em “aprovação” ou “reprovação”, mas, acima de tudo, propõe aos estudantes uma auto-regulação durante o processo da construção da aprendizagem e como tal, requer uma retroalimentação durante todo o processo e não apenas no final de uma investigação.

 

Nesta perspectiva, é fundamental que os docentes compartilhem e tornem públicos, tanto as metas de cada trabalho, como os critérios de avaliação para os estudantes. Desta forma, a avaliação deixa de ser algo estanque e individual para ser algo participativo e compartilhado, onde os envolvidos passam a ter um olhar relativo sobre o que está posto.